Sarja Alves Faria, acadêmica do 2º ano do curso de Medicina da Metropolitana, foi aprovada no processo seletivo de Iniciação Científica do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu Acadêmico em Oncologia do Hospital de Amor.
A aprovação marca um passo importante na trajetória acadêmica de Sarja Alves Faria, estudante do 2º ano do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana. A acadêmica foi aprovada no processo seletivo de Iniciação Científica do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu Acadêmico em Oncologia do Hospital de Amor e se tornou a primeira estudante da graduação em Medicina da Metropolitana a ingressar na Iniciação Científica do Hospital de Amor Amazônia, em Porto Velho.
Para a acadêmica, estar inserida em um ambiente de pesquisa de referência representa a possibilidade de aprender com profissionais da área e compreender, desde cedo, como a ciência contribui para a prática médica. 
“Para mim, participar de uma Iniciação Científica como essa, dentro do Hospital de Amor, representa uma oportunidade muito importante para a minha formação acadêmica. Ainda estou no segundo ano de Medicina e poder ter esse contato tão cedo com a pesquisa, com a produção científica e com profissionais que são referência na área da oncologia é algo que vai contribuir muito para a minha trajetória. Eu acredito que essa experiência vai me permitir desenvolver novos conhecimentos, aprender na prática como funciona uma pesquisa e, principalmente, entender como a ciência pode contribuir para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o cuidado com os pacientes. É uma experiência que eu tenho certeza que vai levar muitos aprendizados para a minha formação como futura médica.”
Durante o programa, a acadêmica desenvolverá a pesquisa “Análise da ancestralidade genética e dos fatores epidemiológicos associados ao risco de câncer do colo do útero em mulheres atendidas no Hospital de Amor Amazônia”, sob orientação do Prof. Dr. Rui Manuel Reis.
O estudo pretende investigar de que forma características genéticas relacionadas à ancestralidade e fatores epidemiológicos podem estar associados ao risco de desenvolvimento do câncer do colo do útero entre mulheres atendidas na instituição. A proposta reúne conhecimentos de oncologia, genética e epidemiologia e aproxima a formação médica da produção científica.
A participação em um programa de Iniciação Científica ainda no 2º ano também permite que Sarja acompanhe diferentes etapas do desenvolvimento de uma pesquisa, desde a organização e análise de dados até a interpretação dos resultados e a produção científica. Para a Faculdade Metropolitana, essa inserção representa ainda o fortalecimento do incentivo à pesquisa e à formação acadêmica. 
Segundo Marcela Oliveira, coordenadora de Extensão e Iniciação Científica do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana, a aprovação também evidencia a importância de criar oportunidades para que os acadêmicos ocupem espaços de pesquisa e representem a instituição em centros de referência.
“Ter uma acadêmica nossa inserida em um espaço tão importante de pesquisa, ainda no segundo ano da graduação, mostra o quanto estamos incentivando nossos estudantes a ultrapassarem os limites da sala de aula e se aproximarem cada vez mais da produção científica. Além de representar uma conquista para a Sarja, essa participação também leva o nome da Faculdade Metropolitana para um ambiente de pesquisa de grande relevância, fortalecendo nossa presença e mostrando que nossos acadêmicos estão preparados para ocupar espaços importantes na ciência e na formação médica.” 
As atividades do programa tiveram início em setembro de 2026 e seguem até agosto de 2027. Ao longo desse período, a experiência deverá contribuir para a formação científica da acadêmica e ampliar sua compreensão sobre a relação entre pesquisa, prevenção e cuidado em saúde.
A trajetória de Sarja também reforça uma proposta de formação que estimula os acadêmicos a buscarem experiências além da graduação tradicional. Ao aproximar os estudantes da pesquisa e de instituições reconhecidas pela produção científica, a Faculdade Metropolitana amplia as possibilidades de formação e contribui para que futuros médicos compreendam que o cuidado com o paciente também passa pela construção e pelo avanço do conhecimento científico.
Fonte: Ascom